"Queria um loft prático e funcional, de acordo com o meu ritmo de vida. Tinha de ser um espaço clean, minimalista, amplo, aconchegante e harmonioso."
Terê Hilsenbeck, arquiteta
Artista plástica, designer, arquiteta e consultora de Feng Shui. Assim é Terê Hilsenbeck. Como consequência dessa pluralidade, ela sempre tem projetos a executar, palestras para ministrar e viagens para fazer. Mas quando volta para casa, gosta de se sentir confortável para recobrar as energias. Por isso, ao comprar um loft de 150 m2, planejou uma reforma a fim de deixar o espaço prático e funcional, de acordo com o seu ritmo de vida. "Sou organizada, gosto de estar cercada de bom gosto, de plantas e design contemporâneo", diz Terê.
Para começar, retirou todos os armários, estantes e pisos escuros para dar mais amplitude ao espaço. Depois, cobriu os canos aparentes típicos dos lofts e substituiu as paredes de tijolo aparente por drywall para tornar o ambiente mais acolhedor. Também investiu em uma boa iluminação, som e imagem e refrigeração.
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Piso de lajotas escuras deu espaço ao vidrotil branco na varanda. Um paredão de orquídeas da espécie vanda e a espreguiçadeira Rodrigues, da Saccaro, transformaram o espaço no centro da casa. |
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Mesa retangular de laca branca, da Micasa, faz composição com chaise Maralunga, da Probjeto, e com a luminária, da Dominici. Para abrigar pequenas refeições ao ar livre, a arquiteta colocou na varanda uma mesinha redonda e cadeiras, da Kartell. |
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Escultura de resina, de Alina Fonteneau, e mesa redonda Saarinen, da Giroflex- forma, ocupam o espaço embaixo da escada. |
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Na sala de jantar , mesa de madeira compõe com armário espelhado também de madeira.
No térreo, a atenção especial foi para a varanda. "É lá que passo as minhas horas de lazer", conta Terê. O piso de lajotas escuras deu espaço ao vidrotil branco. Para decorar, colocou móveis de jardim: "Uma mesinha com duas poltronas para pequenas refeições e uma espreguiçadeira e uma rede para momentos de quietude, com iluminação âmbar", explica a arquiteta. Um paredão de orquídeas da espécie vanda, além de outros vasos e plantas, dá charme ao lugar.
Para aumentar a sensação de amplitude da sala, a arquiteta optou por clarear e encerar o piso de tábua e colocar um grande espelho que pudesse duplicar o jardim da varanda. "Gosto de ambientes neutros e claros para poder criar com a decoração o que achar melhor. Sempre tenho em mente transformar a base em uma tela branca para, por meio das cores das paredes, dos quadros, dos tapetes e acabamentos, chegar ao equilíbrio desejado", explica Terê.
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